A Young fez um anúncio para comemorar os 4 leões que ganhou em Cannes e aproveitou para homenagear a AlmapBBDO. Bem legal. Vale o post.
Pesquisa: “Almap”
Foram encontrados 148 resultados para a sua pesquisa.
Tem brasileiro no ranking. Parabéns André Kassu.
Lista publicada pelo The Big Won.
| Copywriter | Agency | Points |
| 1. Carl Fredrik Jannerfeldt | Frafar Stockholm | 242 |
| 2. Adam Reeves | BBDO New York | 189 |
| 3. Martin Lundgren | DDB Stockholm | 175 |
| 4. Brandon Henderson | Y&R New York | 167 |
| 5. Cristiano Tonnarelli | JWT Italy | 151 |
| 6= Valerie Chidlovsky | BERTC Euro RSCG Paris | 140 |
| 6= Daniel Fisher | Leo Burnett London | 140 |
| 8. Patricio del Sante | Del Campo Nazca Saatchi | 137 |
| 9. Andre Kassu | Almap BBDO Sao Paulo | 129 |
| 10= Wade Alger | The Martin Agency | 119 |
| 10= Gregg Nelson | Arnold Worldwide | 119 |
| 12. Simon Vicars | DDB New Zealand | 116 |
| 13= Shahir Zag | Y&R Dubai | 113 |
| 13= Ali Ali | Elephant Cairo and Advantage | 113 |
| 15. Will Chambliss | Arnold Worldwide | 110 |
| 16= Peter Gocht | Jung von Matt Hamburg | 108 |
| 16= Andreas Henke | Jung von Matt Hamburg | 108 |
| 18. Komal Bedi Sohal | Y&R Dubai | 105 |
| 19= Eric Kallman | Wieden+Kennedy Portland | 104 |
| 19= Jean-Christophe Royer | BETC Euro RSCG | 104 |
Fiat Mio | Leo Burnett
Ótima redação. Anúncio alltype para carro é raro, mas acontece.
Você lembra deste aqui?
Redator: João Caetano
O título sumiu
Esse não é um texto saudosista. Não cabem aqui lembranças de um velho tempo. É simplesmente uma constatação. O título anda sumido, escanteado, não globalizado, talvez. Eu não sei quanto a vocês, mas um bom título é sempre mágico de ler. O comentário roubado, aquilo que você jura já ter pensado, mas não foi capaz de traduzir. Curtos, em dois tempos, três tempos até. Os raciocínios inteligentes que mais parecem conceitos de tão bem pensados. E por que não, a maldade, a observação precisa das mazelas humanas?
Mais uma vez, não existe aqui uma tentativa de negar os novos tempos. É só uma homenagem, resgate que seja, de uma grande arte: o título. Eu sei, todo mundo quer pensar no viral de um milhão de views, na escada rolante “moonwalk” que desce em marcha a ré tocando Billie Jean. É natural. Mas a existência de um não deveria matar o outro. O gorila da Cadbury não enterra o Michael Jordan 1×0 Isaac Newton. Assim, como nem a mais brilhante das ações pode ser considerada superior aos títulos e textos do Neil Ferreira (ou alguém duvida que a morte do orelhão é uma ação genial?).
O título é tão injustiçado que quando ele é bom e o layout é ruim, ele morre. Mas quando ele é mais ou menos e a direção de arte é bonita, ele se perpetua. Pobre coitado. Fadado a não depender nem de si mesmo. De ser chamado em pedidos de “vamos evitar aquelas gracinhas ou piadinhas”. De ser confundido com dizeres. De ser constantemente substituído pelo seu primo abaixo, o subtítulo.
O fato é que nas revistas e nos anuários, o título tem andado de lado. E é injusto. Fazer título é exercitar a arte da síntese. É mais do que nunca, saber cortar palavras. Tanta coisa genial já foi escrita que cada detalhe faz a diferença. Páginas e páginas de títulos esquentam a mão, nos fazem pensar na importância de vírgulas, pontos e pausas.
Já ouvi gente que, para menosprezar o título, diz: eu penso visualmente. Ou, eu penso no conceito como o todo. Ou, eu penso global. E aí temos uma infinidade de anúncios com o logo pequeno no canto direito, uma imagem e um conceito com interrogação. Tudo bem. Você pode não ser um tituleiro nato, mas por favor, saber escrever é básico. Ou deveria ser. Eu tenho visto pastas de redatores com muita intimidade com ações e pouca com as palavras. Gente que certamente tem dificuldade para escrever um texto cabine de rádio (e sim, esses jobs existem).
Eu sei que gosto de título. E gosto do texto. Cada palavra escrita pelo Fábio Fernandes (leia os diálogos dos filmes e veja se tem alguma coisa ao acaso por ali. Releia o texto da crise), o olho atento do Eugenio Mohallem, a fina ironia do Wilson Mateos, a mistura de loucura, ódio e formulinha zero do Edu Lima. A maldade angelical do Roberto Pereira, a inteligência e emoção do Olivetto, tudo do já mencionado Neil e a nostalgia que me bate ao ler o texto do Pelourinho do Nizan. O “experimente ser magra” do Peralta, “a história de um homem feliz” do Luiz Toledo e o Renato Simões que escreve muito antes de existir a categoria técnica do anuário. Escrever não deveria ser uma preocupação dos redatores, apenas. “Você bebe e não ganha nada” foi criado pelo Marcello Serpa. E matou legiões de redatores de inveja. Sem falar no André Laurentino, que saiu da direção de arte para a redação, escreveu livro e o melhor texto sobre filho único que eu já li.
O título me faz uma falta que o twitter não preenche. Ainda que o twitter prove que as palavras continuam importantes. Os tais 140 caracteres viraram o refúgio dos tituleiros, como disse o Rodolfo Sampaio. Só que tudo vira briefing e a disputa é pelo RT. E são tantos títulos a todo instante, que o critério e a magia se perdem.
Pode parecer antigo ou fora de moda. Pode não ser o jeito mais fácil de ganhar Leão ou fazer sucesso nos comentários anônimos. Mas um bom título é e continuará sendo sempre excelente propaganda.
Texto de André Kassu, redator da AlmapBBDO, publicado no site do CCSP.
16 de abril de 2010.
Todo blog que se preza possui uma lista com os cinco posts mais lidos em 2009. Chegou a vez do Putasacada. Mesmo com um pouco de atraso.
1. Entrevista com o redator Gustavo Sarkis
Cachorro-Peixe para o SpaceFox, Gritos para o Twix, La Fortuna para a nova Saveiro e a campanha de novos planos para a Claro são alguns trabalhos realizados por Gustavo Sarkis, redator da AlmapBBDO e quarto entrevistado do blog.
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2. O ritmo na redação publicitária
Como todos que visitam este blog sabem, a publicidade, e consequentemente a redação publicitária, diferente de textos narrativos, prosas ou poesias, tem o objetivo de vender um produto ou um serviço.
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3. 5 dicas de redação
Cinco dicas simples e úteis sobre redação. Como o uso da crase, acentos e vírgulas.
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4. Frases de Eugênio Mohallem
Hoje, com a intenção de servir de inspiração ou apenas de distração para os leitores do blog, publicarei algumas frases redigidas por Eugênio que estão presentes no livro, Razões para bater num sujeito de óculos, de sua autoria.
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5. Um breve estudo sobre títulos publicitários
Hoje publicarei um breve estudo sobre títulos publicitários. Um resumão formado por trechos que selecionei do livro do Carlos Domingos, Criação sem pistolão, a respeito desta tema.
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