Anúncio de oportunidade criado pela pernambucana Gruponove para a Caninha 51 em homenagem ao garçom pelo seu dia, 11 de agosto. Recorte o anúncio, assine e dê para o seu garçom. Pois é, a 51 teve uma boa idéia.
Autor: Tiago Moraes
TO DO | Painel de Post-it
Uma puta idéia feita pela Illegal Art, um grupo de artistas independentes dos Estados Unidos, que tem por objetivo criar “ações” capazes de interagir com o público. Vale a pena conhecer este e outros projetos. Pensando em publicidade, este projeto viraria uma boa campanha, uma boa ação ambiente, uma boa mídia espontânea e por ai vai.
Fonte: blog da agência Ginga.
Unimed Rio | F/Nazca S&S
Hoje publicarei um breve estudo sobre títulos publicitários. Um resumão formado por trechos que selecionei do livro do Carlos Domingos, Criação sem pistolão, a respeito deste tema. Boa leitura.
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“A menos que você seja repentista, vai ter que fazer muitos títulos até chegar num bom. Eu só conheço este jeito de fazer bons títulos: fazer muitos. Quando digo muitos, quero dizer 50, 100, 200… até chegar lá e acertar. O melhor método de trabalho que existe é o darwiniano: ter muitas idéias, mas só as melhores sobrevivem.”
“Os títulos devem ser interessantes, simples, impactantes, diretos e, de preferência, curtos. O bom título fala muito usando poucas palavras. Treine reduzir cada vez mais seus títulos. A idéia fica mais poderosa quando a frase é menor. Como afirmou Tom Jobim:
– Propaganda tem a linguagem do bandido. Não tem tempo para explicar: é a bolsa ou a vida.“
“Outra função do título é selecionar o público. No meio da multidão, chamar a atenção das pessoas certas. Por isso, antes de sair criando, procure saber o que interessa ao seu consumidor.”
Segundo David Ogilvy: “O título é lido 5 vezes mais que o texto.”
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