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Curso on-line com Marcelo Nogueira

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O Curso on-line de Redação Publicitária da Escola Cuca foi desenvolvido de maneira simples e dinâmica, em uma plataforma interativa que permite ao aluno comunicar-se em tempo real com o professor tutor e os demais participantes.

Início do curso: 17/11/2014.

Faça já sua matrícula. Clique aqui e saiba mais.

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Festival do Clube de Criação de São Paulo

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O festival do Clube de Criação de São Paulo rolou neste último fim de semana, 20 a 22 de setembro. O blog esteve presente na segunda-feira e acompanhou a palestra do Ajaz Ahmed, fundador da AKQA, e do Chuck Porter, co-founder e chairman da Crispin Porter. Confira dois highlights de cada apresentação.

Ajaz Ahmed. Fundador da AKQA.
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“O simples sempre substitui o complicado”
Assim como o twitter ganhou espaço dos blogs.
É mais simples digitar 140 caracteres do que escrever um texto corrido.

“A melhor inspiração é a morte”
Neste momento Ajaz citou Steve Jobs. Quando uma empresa não evolui ela abre espaço para outra. Kodak manteve suas câmeras enquanto o mercado mudava constantemente. O resultado foi o aparecimento do Instagram e tantos outros.

Chuck Porter. Co-Founder & Chairman da Crispin Porter.
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“Ninguém quer conversar com uma pessoa que sempre fala a mesma coisa”
Sobre o quanto é importante criar mensagens e conteúdos novos para as marcas. Não vale a pena usar apenas um filme por muito tempo na TV ou um mesmo anúncio em infinitas publicações.

“Criar algo inesperado”
É para isso que as agências existem. Este conhecimento que as empresas não tem.

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Frase | Paul Valéry

“Entre duas palavras, escolha a mais simples.
Entre duas mais simples, escolha a mais curta.”

Paul Valéry

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Intensivo de redação com Bruno Godinho

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Vai rolar na Escola Cuca o intensivo de redação com Bruno Godinho, atualmente na Leo Burnett Tailor Made.

O curso acontece na sede da escola em São Paulo, sábado, 24, das 10h às 17h, e domingo, 25, das 10h às 14h. Se você quer escrever cada vez melhor, conhecer novas referências, desenvolver textos para diferentes mídias e descobrir dicas de como trabalhar com o seu dupla, esse intensivo é para você.

PROGRAMA:

PARTE I
– O primeiro passo para escrever bem: escrever.
– Quem lê mais escreve melhor.
– Em propaganda, escrever bem é escrever com simplicidade.
– “Falou pouco, mas falou tudo.” Ou, como ser conciso.
– Texto na mídia impressa: o título.
– Os diferentes tipos de título: inteligentes, bestas, divertidos, tocantes, reflexivos.
– Título + imagem. Faça esse casamento dar certo.
– Texto na mídia impressa: curtos e longos.
– Uma boa ideia não sobrevive sem um bom conceito. E vice-versa.
– Quando o redator brilha sozinho: o anúncio All-Type.
– Texto para a TV: se vire nos 30.
– Rádio: o playground do redator.
– Texto para internet. Truques para fazer o internauta não clicar em “skip”.
– Falta de verba não é desculpa para falta de ideia.
– Prazo apertado: muitas vezes, o segredo para despertar o Mohallen que está dentro de você.
– Como apresentar bem as suas ideias.

PARTE II
– Vamos ver se você entendeu. Ou, toma aí um Job pra agora.
– Critério. Desenvolvendo o seu e se adaptando ao dos outros.
– Cuide bem de quem deixa seus títulos mais lindos. Ou, como conviver bem com o seu dupla.
– Não existe falta de vaga para uma pasta realmente promissora.
– Ego. Como evitar se tornar um imbecil.
– O segredo é se divertir. Sempre.
– Considerações finais.

DIAS E HORARIOS
24/05 – Das 10h às 17h (para da de 1h para almoço)
25/05 – das 10 as 14h. (carga horária de 10h)

SOBRE O BRUNO GODINHO
3 leões de prata e 2 de bronze em Cannes, 1 prata no Art Directors Club de NY, 1 ouro e 1 prata no Anuário do CCSP, 1 lápis de prata e 1 lápis de bronze no One Show.

+ SAIBA MAIS E INSCRIÇÕES

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O que é preciso dizer? | Ricardo Chester

Para meu caro colega criativo recém-chegado ao mundo da propaganda ou para aquele que tá chegando.
Existe um atalho muito interessante para facilitar a vida de quem tem que criar e aprovar uma campanha.
O atalho nada mais é que uma resposta a uma pergunta muito simples.
A pergunta é: “o que é preciso dizer?”
A respostas é o trabalho que você tem que apresentar e aprovar.
“O que é preciso dizer?” cole nessa pergunta durante a vida toda. E deixe essa pergunta colar em você, a vida toda.
Eu cheguei a colar essa pergunta literalmente na tela do meu computador. Pegava os jobs, estraía a tal respostas, imprimia, recortava e colava no canto da tela.
A cada título ou roteiro que escrevia, lia “o que é preciso dizer”.
Se o trabalho estivesse alinhado com aquilo, o trabalho era apresentável ao meu chefe.
Se não, não.
Fiz isso durante anos.
Quer dizer, faço isso há décadas, desde que ouvi atentamente a dica de um dos meu primeiros grandes diretores de criação, o Tião Teixeira, ainda na década de 90, quando trabalhávamos para a Prefeitura de São Paulo.
Tião, com seu pragmatismo encantador, me dizia: “Chester, isso aqui parece criativo mas é um lixo. Simplesmente porque não diz o que é preciso dizer. O dia que você entender o que é preciso dizer, você será um publicitário. Até lá, apenas um garoto impertinente. Só isso”.
Evidentemente, eu era um garoto impertinente na época em que ouvia isso.
Saia com o ouvido duro, claro, mas aos poucos Tião Teixeira ia chegando onde queria: fazer sua equipe de garotos entender que o importante era dizer o que era preciso ser dito nos trabalhos.
Ok.
Todos nós recebemos briefings todos os dias.
Se nnao estiver claro ali o que “é preciso dizer”, devolva. Debata. Discuta. Chame o atendimento, o planejamento, o garçom da agência, faça os diabos. Mas não comece um job sem entender claramente e de maneira pactuada com os outros departamentos envolvidos na campanha “o que é preciso dizer”.
Arranque a tal frase que você deve colar no canto da sua tela.
Isso vai facilitar muito sua vida.
Na hora de criar, na hora de apresentar o trabalho, seja para seus chefes, seja para o seu cliente. “O que é preciso dizer”.
Quem já trabalhou comigo sabe que antes mesmo da galera me mostrar trabalhos eu abro a conversa pedindo que a equipe me explique “o que é preciso dizer”.
Várias vezes alguns de meus jovens colegas criativos engasgavam logo na saída.
Ou seja, não conseguiam sequer explicar o que tinham que dizer naquele trabalho.
Então eu nem via o trabalho.
Pedia que o time voltasse para a mesa, debatesse um pouco mais sobre o que era preciso dizer e depois sim voltasse com suas sugestões.
Isso rendeu muita cara feia.
Mas eu não me importava. Porque o importante era “o que era preciso dizer”. Faça o teste no seu próprio trabalho.
Deixe uma frasezinha embaixo do seu teclado.
A cada título, ideia ou roteiro, volte nela e dê uma lida.
Aos poucos isso vai entrando pro seu modo automático e sua vida fica mais imples, porque os jobs começa a sair com mais fluidez.
“O que é preciso dizer” também ajuda muito na hora de apresentar uma campanha no cliente.
Várias vezes também usei o seguinte método: pedia ao atendimento que imprimisse bem grande os principais pontos do briefing. Bem grande mesmo. O suficiente pra que esta folha ficasse em pé num cavalete.
Abria a reunião relembrando os pontos do briefing. Mas fazia questão de deixar o cavalete lá, exposto, durante toda a apresentação.
E pedia aos clientes: por favor, a cada ideia que contar aqui contestem com o que vocês lêem aqui nesse cavalete. Porque se a ideia não for coerente com isso aqui, independente de ser boa ou não, a ideia não serve.
Isso funciona muito.
Pode testar que funciona.
Por hoje, era isso que eu precisava dizer.

Ricardo Chester


Texto publicado por Ricardo Chester em seu perfil no LinkedIn. O PutaSacada precisou transcrever o texto para conseguir publicar no blog, por isso, se houver algum erro de digitação, pedimos desculpas.

+ Leia a entrevista que o blog fez com o Ricardo Chester.